quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Diálogo entre Pai e Filho

- Filho, eu descobri essas coisas no seu armário…
- Qual é o problema de ter uma máscara do "anônimos" e um taco de beisebol?
- Você usa isso?
- Não… quer dizer, às vezes…
- É que estou precisando. Será que você me empresta?
- Precisando? Pra quê?
- É que eu li as coisas que você andou escrevendo na internet…
- Você andou lendo o meu Face?
- Qual é o problema? Não é público?
- É…mas…
- Pois é, eu li o que você escreveu e …
- Pai, eu sei que você não gostou do que eu escrevi lá , mas… eu não vou discutir, são as minhas ideias. Eu sou anarquista e…
- Não. Eu até achei legal. Você me convenceu.
- Convenci? De quê?
- Tá tudo errado mesmo… eu li o que você escreveu e concordo. Agora eu sou anarquista também, que nem você…
- Você o quê? Pai… que história é essa?
- É, você fez a minha cabeça. tem que quebrar tudo mesmo! Agora eu sou Old Black Bloc!
- Pai, você não pode… você é diretor de uma empresa enorme e…
- Não sou mais não. Larguei o meu emprego. Mandei o meu chefe tomar no .... Mandei todo mundo lá tomar no ....
- Pai, você não pode largar o seu emprego. Você está há 30 anos lá…
- Posso sim! Aliás tô juntando uma galera pra ir lá quebrar tudo.
- Quebrar tudo onde?
- No meu trabalho! Vamos quebrar tudo ! Abaixo a opressão! Abaixo tudo!
- Você não pode fazer isso, pai…
- Posso sim! É só você me emprestar a máscara e o taco de beisebol. E aí, você vem comigo?
- Não… acho melhor não…
- É melhor você vir porque agora que eu larguei tudo, a gente vai ter que sair desse apartamento…
- Sair daqui? E a gente vai morar aonde?
- Sei lá! Vamos acampar em frente a uma empresa capitalista qualquer e exigir o fim do capitalismo!
- Pai, você não pode fazer isso ! Não pode abandonar tudo!
- Tô indo! Fui!
- Peraí, pai! Como é que eu vou ficar? E onde eu vou morar? E minha mesada ? E meu computador?
Volta aqui, pai! Volta aqui, paiêêê!!! Voooltaaaaa!



Ética, um Princípio que não pode ter Fim






segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Direito versus ética

A questão de ser reto, ético, justo ou conter envergadura moral varia nas diversas culturas, religiões e países. E, em um estudo mais detalhado, pode variar em cada indivíduo.
Um bom exemplo dessas diferenças é a tanto conhecida quanto antiga Lei de Talião - olho por olho, dente por dente -, a qual diz que, para cada falta, corresponde uma punição tão horrível quanto o ato. Pode ser justo; todavia, não é direito ou ético. Cortar a mão do "gatuno" é certo na cultura médio-oriental, mas nunca na "moral" do Ocidente.
Outro contraponto bem estabelecido é o de Confúcio com o direito ocidental. Este diz que àquele que oculta o crime de outrem também cabe punição; aquele considera direito proteger o pai, ou filho, ladrão. O sábio chinês aproxima-se da Bíblia, que ensina aos fiéis honrar pai, mão e família.
Portar-se "direito", portanto, não é tão simples. Depende de tantos fatores quantos se possa imaginar.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Um conto de Natal de Dostoievski

Havia num porão uma criança, um garotinho de seis anos de idade, ou menos ainda. Esse garotinho despertou certa manhã no porão úmido e frio. Tiritava, envolto nos seus pobres andrajos. Seu hálito formava, ao se exalar, uma espécie de vapor branco, e ele, sentado num canto em cima de um baú, por desfastio, ocupava-se em soprar esse vapor da boca, pelo prazer de vê-lo se esvolar. Mas bem que gostaria de comer alguma coisa. Diversas vezes, durante a manhã, tinha se aproximado do catre, onde num colchão de palha, chato como um pastelão, com um saco sob a cabeça à guisa de almofada, jazia a mãe enferma. Como se encontrava ela nesse lugar? Provavelmente tinha vindo de outra cidade e subitamente caíra doente. A patroa que alugava o porão tinha sido presa na antevéspera pela polícia; os locatários tinham se dispersado para se aproveitarem também da festa, e o único tapeceiro que tinha ficado cozinhava a bebedeira há dois dias: esse nem mesmo tinha esperado pela festa. No outro canto do quarto gemia uma velha octogenária, reumática, que outrora tinha sido babá e que morria agora sozinha, soltando suspiros, queixas e imprecações contra o garoto, de maneira que ele tinha medo de se aproximar da velha. No corredor ele tinha encontrado alguma coisa para beber, mas nem a menor migalha para comer, e mais de dez vezes tinha ido para junto da mãe para despertá-la. Por fim, a obscuridade lhe causou uma espécie de angústia: há muito tempo tinha caído a noite e ninguém acendia o fogo. Tendo apalpado o rosto de sua mãe, admirou-se muito: ela não se mexia mais e estava tão fria como as paredes. “Faz muito frio aqui”, refletia ele, com a mão pousada inconscientemente no ombro da morta; depois, ao cabo de um instante, soprou os dedos para esquentá-los, pegou o seu gorrinho abandonado no leito e, sem fazer ruído, saiu do cômodo, tateando. Por sua vontade, teria saído mais cedo, se não tivesse medo de encontrar, no alto da escada, um canzarrão que latira o dia todo, nas soleiras das casas vizinhas. Mas o cão não se encontrava alí, e o menino já ganhava a rua.
Senhor! que grande cidade! Nunca tinha visto nada parecido, De lá, de onde vinha, era tão negra a noite! Uma única lanterna para iluminar toda a rua. As casinhas de madeira são baixas e fechadas por trás dos postigos; desde o cair da noite, não se encontra mais ninguém fora, toda gente permanece bem enfunada em casa, e só os cães,às centenas e aos milhares,uivam, latem, durante a noite. Mas, em compensação, lá era tão quente; davam-lhe de comer… ao passo que ali… Meu Deus! se ele ao menos tivesse alguma coisa para comer! E que desordem, que grande algazarra ali, que claridade, quanta gente, cavalos, carruagens… e o frio, ah! este frio! O nevoeiro gela em filamentos nas ventas dos cavalos que galopam; através da neve friável o ferro dos cascos tine contra a calçada;toda gente se apressa e se acotovela, e, meu Deus! como gostaria de comer qualquer coisa, e como de repente seus dedinhos lhe doem! Um agente de policia passa ao lado da criança e se volta, para fingir que não vê.
Eis uma rua ainda: como é larga! Esmaga-lo-ão ali, seguramente; como todo mundo grita, vai, vem e corre, e como está claro, como é claro! Que é aquilo ali? Ah! uma grande vidraça, e atrás dessa vidraça um quarto, com uma árvore que sobe até o teto; é um pinheiro, uma árvore de Natal onde há muitas luzes, muitos objetos pequenos, frutas douradas, e em torno bonecas e cavalinhos. No quarto há crianças que correm; estão bem vestidas e muito limpas, riem e brincam, comem e bebem alguma coisa. Eis ali uma menina que se pôs a dançar com um rapazinho. Que bonita menina! Ouve-se música através da vidraça. A criança olha, surpresa; logo sorri, enquanto os dedos dos seus pobres pezinhos doem e os das mãos se tornaram tão roxos, que não podem se dobrar nem mesmo se mover. De repente o menino se lembrou de que seus dedos doem muito; põe-se a chorar, corre para mais longe, e eis que, através de uma vidraça, avista ainda um quarto, e neste outra árvore, mas sobre as mesas há bolos de todas as qualidades, bolos de amêndoa, vermelhos, amarelos, e eis sentadas quatro formosas damas que distribuem bolos a todos os que se apresentem. A cada instante, a porta se abre para um senhor que entra. Na ponta dos pés, o menino se aproximou, abriu a porta e bruscamente entrou. Hu! com que gritos e gestos o repeliram! Uma senhora se aproximou logo, meteu-lhe furtivamente uma moeda na mão, abrindo-lhe ela mesma a porta da rua. Como ele teve medo! Mas a moeda rolou pelos degraus com um tilintar sonoro: ele não tinha podido fechar os dedinhos para segurá-la. O menino apertou o passo para ir mais longe – nem ele mesmo sabe aonde. Tem vontade de chorar; mas dessa vez tem medo e corre. Corre soprando os dedos. Uma angústia o domina, por se sentir tão só e abandonado, quando, de repente: Senhor! Que poderá ser ainda? Uma multidão que se detém, que olha com curiosidade. Em uma janela, através da vidraça, há três grandes bonecos vestidos com roupas vermelhas e verdes e que parecem vivos! Um velho sentado parece tocar violino, dois outros estão em pé junto de e tocam violinos menores, e todos maneiam em cadência as delicadas cabeças, olham uns para os outros, enquanto seus lábios se mexem; falam, devem falar – de verdade – e, se não se ouve nada, é por causa da vidraça. O menino julgou, a princípio, que eram pessoas vivas, e, quando finalmente compreendeu que eram bonecos, pôs-se de súbito a rir. Nunca tinha visto bonecos assim, nem mesmo suspeitava que existissem! Certamente, desejaria chorar, mas era tão cômico, tão engraçado ver esses bonecos! De repente pareceu-lhe que alguém o puxava por trás. Um moleque grande, malvado, que estava ao lado dele, deu-lhe de repente um tapa na cabeça, derrubou o seu gorrinho e passou-lhe uma rasteira. O menino rolou pelo chão, algumas pessoas se puseram a gritar: aterrorizado, ele se levantou para fugir depressa e correu com quantas pernas tinha, sem saber para onde. Atravessou o portão de uma cocheira, penetrou num pátio e sentou-se atrás de um monte de lenha. “Aqui, pelo menos”, refletiu ele, “não me acharão: está muito escuro.”
Sentou-se e encolheu-se, sem poder retomar fôlego, de tanto medo, e bruscamente, pois foi muito rápido, sentiu um grande bem-estar, as mãos e os pés tinham deixado de doer, e sentia calor, muito calor, como ao pé de uma estufa. Subitamente se mexeu: um pouco mais e ia dormir! Como seria bom dormir nesse lugar! “mais um instante e irei ver outra vez os bonecos”, pensou o menino, que sorriu à sua lembrança: “Podia jurar que eram vivos!”… E de repente pareceu-lhe que sua mãe lhe cantava uma canção. “Mamãe, vou dormir; ah! como é bom dormir aqui!”
– Venha comigo, vamos ver a árvore de Natal, meu menino – murmurou repentinamente uma voz cheia de doçura.
Ele ainda pensava que era a mãe, mas não, não era ela. Quem então acabava de chamá-lo? Não vê quem, mas alguém está inclinado sobre ele e o abraça no escuro, estende-lhe os braços e… logo… Que claridade! A maravilhosa árvore de Natal! E agora não é um pinheiro, nunca tinha visto árvores semelhantes! Onde se encontra então nesse momento? Tudo brilha, tudo resplandece, e em torno, por toda parte, bonecos – mas não, são meninos e meninas, só que muito luminosos! Todos o cercam, como nas brincadeiras de roda, abraçam-no em seu vôo, tomam-no, levam-no com eles, e ele mesmo voa e vê: distingue sua mãe e lhe sorrir com ar feliz.
- Mamãe! mamãe! Como é bom aqui, mamãe! – exclama a criança. De novo abraça seus companheiros, e gostaria de lhes contar bem depressa a história dos bonecos da vidraça… – Quem são vocês então, meninos? E vocês, meninas, quem são? – pergunta ele, sorrindo-lhes e mandando-lhes beijos.
- Isto… é a árvore de Natal de Cristo – respondem-lhe. – Todos os anos, neste dia, há, na casa de Cristo, uma árvore de Natal, para os meninos que não tiveram sua árvore na terra…
E soube assim que todos aqueles meninos e meninas tinham sido outrora crianças como ele, mas alguns tinham morrido, gelados nos cestos, onde tinham sido abandonados nos degraus das escadas dos palácios de Petersburgo; outros tinham morrido junto às amas, em algum dispensário finlandês; uns sobre o seio exaurido de suas mães, no tempo em que grassava, cruel, a fome de Samara; outros, ainda, sufocados pelo ar mefítico de um vagão de terceira classe. Mas todos estão ali nesse momento, todos são agora como anjos, todos juntos a Cristo, e Ele, no meio das crianças, estende as mãos para abençoá-las e às pobres mães… E as mães dessas crianças estão ali, todas, num lugar separado, e choram; cada uma reconhece seu filhinho ou filhinha que acorrem voando para elas, abraçam-nas, e com suas mãozinhas enxugam-lhes as lágrimas, recomendando-lhes que não chorem mais, que eles estão muito bem ali…
E nesse lugar, pela manhã, os porteiros descobriram o cadaverzinho de uma criança gelada junto de um monte de lenha. Procurou-se a mãe… Estava morta um pouco adiante; os dois se encontraram no céu, junto ao bom Deus.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A Bíblia do Programador

Veja ao que a desobediência nos levou... (autor desconhecido).Livro I: Gênesis



1. No princípio, Deus criou o Bit e o Byte.
E deles criou a Palavra.
E nada mais existia.
E Deus separou o Um do Zero; e viu que era bom.
E Deus disse: "Que os dados existam, e vão para os seus lugares devidos",
e criou os disquetes, os discos rígidos e os CD-Rom.
2. E Deus disse: "Que apareçam os computadores, e existam lugar para os disquetes, e para os discos rígidos e para os CD-Rom".
Então Deus chamou os computadores de "hardware".
E não havia ainda software. Mas Deus criou os programas;
disse-lhes:
"Vão, multipliquem-se e encham a memória".
3. E Deus disse: "Vou criar o Programador, e ele irá governar os programas e
a informação".
E Deus criou o Programador, e colocou-o no CPD;
Deus mostrou a estrutura do DOS e disse: "Podes usar todos os diretórios e
subdiretórios mas NUNCA UTILIZAR O WINDOWS".
4. E Deus disse: "Não é bom para o Programador estar só".
Ele fez a criatura que iria olhar para o programador e admirá-lo, e amar as
coisas que ele faz.
E Deus chamou-a "Analista".
E foram deixados sob o DOS e era bom.
5. Mas BILL era mais esperto que as outras criaturas de Deus.
E BILL disse para o Usuário: "Foi mesmo assim que Deus disse, que não podias
executar nenhum programa ?
Como podes falar de algo que nunca experimentaste ?
No preciso momento em que executares o WINDOWS tornar-te-ás igual a Deus.
E poderás criar tudo o que quiseres com um simples toque no mouse".
Então a Analista instalou o WINDOWS, e disse ao Programador que era bom.
6. O Programador começou a procurar novos "drivers".
E Deus perguntou-lhe: "Que procuras ?"
E o Programador respondeu: "Estou a procura de novos 'drivers' que não
encontro no DOS".
E Deus disse: "Quem disse que precisavas de novos 'drivers' ? Executaste
WINDOWS ?".
7. E Deus disse ao BILL: "Serás odiado por todas as criaturas. A Analista
estará sempre zangada contigo, e venderás o WINDOWS para todo o sempre, e sempre com problemas".
8. E disse à Analista: "O WINDOWS irá desapontar-te e comer toda a tua memória; e terás que usar programas reles, e irás adormecer em cima dos manuais".
9. E disse ao Programador: "Todos os teus programas terão erros e irás corrigi-los até ao fim dos teus dias".
10. E Deus expulsou-os do CPD, fechou a porta e colocou uma "password".

Papai Noel compreensivo

História da árvore de Natal
Papai Noel estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado todos os brinquedos. Uma rena estava muito doente e a outra quebrou a perna. Ele não podia fazer muita coisa, pensou em chamar o Coelhinho da Páscoa, mas ele estava de férias no Caribe.
Preocupado, decidiu ir beber algo, pra poder relaxar. Pena, que quando chegou na adega, não encontrou nada. Voltou à cozinha para comer qualquer coisa mas os ratos tinham comido tudo. E como se tudo isto não bastasse, encontrou um recado da Mamãe Noel dizendo que sua mãe — a Sogra Noel — ia passar o Natal lá na sua casa.
No meio daquele desespero, alguém bateu à porta. Com a pressa de ir abrir, ele tropeçou, bateu com a cabeça na quina duma mesa, e começou a sangrar muito. Já verde de raiva, ele abriu a porta e deu de cara com um anjinho que lhe disse, com uma voz angelical:
- Olá Papai Noel! Boas Festas! Venho visitá-lo neste dia tão feliz, cheio de paz e amor. Trago aqui esta árvore de Natal. Onde é o senhor quer que eu a coloque?
E foi a partir dessa data que todas as árvores de Natal passaram a ter um anjinho no topo…

Professor compreensivo

O fato narrado abaixo aconteceu em um curso de Engenharia , tornando-se logo uma das “lendas” da faculdade.
Na véspera de uma prova, 4 alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar juntos no final de semana. Faltaram à prova da segunda e então resolveram dar um “jeitinho”

Voltaram a universidade na terça, sendo que a prova havia ocorrido no dia anterior.
Então,dirigiram-se ao professor:
 
-Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos mil problemas, e por conta disso tudo nos atrasamos, mas gostaríamos de fazer a prova!
O professor,  sempre compreensivo:
 
- Claro, vocês podem fazer a prova hoje a tarde, após o almoço.
E assim foi feito.
 
Os rapazes correram para casa e racharam de tanto estudar, na medida do possível.
Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em uma sala diferente, sem qualquer meio de comunicação com o mundo externo e entregou a prova:

Primeira pergunta, valendo 0,5 ponto:
Escreva algo sobre 'Lei de Ohm'.
 
Os quatro ficaram contentes pois haviam visto algo sobre o assunto.
Pensaram que a prova seria muito fácil e que haviam conseguido se dar bem.
 
Segunda e última pergunta, valendo 9,5 pontos :
Qual pneu furou?

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Que ventania


LEIS DA ATRAÇÃO (COISAS QUE SE ATRAEM SEM ESFORÇO NENHUM):

Pobre e funk
Mulher e vitrines
Homem e cerveja
   Chifre e dupla sertaneja
Carro de bêbado e poste
Tampa de caneta e orelha
Moeda e carteira de pobre
Tornozelo e pedal de bicicleta
Leite fervendo e fogão limpinho
Político e dinheiro público
Dedinho do pé e ponta de móveis
Camisa branca e molho de tomate
Tampa de creme dental e ralo de pia
Café preto e toalha branca na mesa
Dezembro na Globo e Roberto Carlos
Segundas-feiras e sono
Terças-feiras e sono
Quartas-feiras e sono
Quintas-feiras e sono
Sextas-feiras e cervejaaaaaaaaaaaaaaaaa
Chuva e carro trancado com a chave dentro
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico
                                              Bebedeira e mulher feia


1- LEIS BÁSICAS DA CIÊNCIA MODERNA:
* Se mexer, pertence à Biologia.
* Se feder, pertence à Química.
* Se não funciona, pertence à Física.
* Se ninguém entende, é Matemática.
* Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia.
* Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer sentido, é INFORMÁTICA.


2- LEI DA PROCURA INDIRETA:
* O modo mais rápido de encontrar uma coisa é procurar outra.
* Você sempre encontra aquilo que não está procurando.


3- LEI DA TELEFONIA:
* Quando te ligam: se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga.
* Quando você liga para números errados de telefone, eles nunca estão ocupados.
* Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro faz tocar o telefone.


4- LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA:
* Se estiver escrito 'Tamanho Único', é porque não serve em ninguém, muito menos em você...

5- LEI DA GRAVIDADE:
* Se você consegue manter a cabeça enquanto à sua volta todos estão perdendo, provavelmente você não está entendendo a gravidade da situação..


6- LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS:
* 80% da prova final será baseada na única aula a que você não compareceu e os outros 20% será baseada no único livro que você não leu.


7- LEI DA QUEDA LIVRE:
* Qualquer esforço para agarrar um objeto em queda provoca mais destruição do que se o deixássemos cair naturalmente.
* A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.

8- LEI DAS FILAS E DOS ENGARRAFAMENTOS:
* A fila do lado sempre anda mais rápido.
* Parágrafo único: Não adianta mudar de fila. A outra é sempre mais rápida.

9- LEI DA RELATIVIDADE DOCUMENTADA:
* Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.


10- LEI DO ESPARADRAPO:
* Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não sai.

11- LEI DA VIDA:
* Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.
* Tudo que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou engravida.


12- LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS:
*Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto" 
 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Algumas frases

Por que os bebês de proveta viram pessoas humildes?
Porque nunca foram metidos.

O que é bullyng?
É aquela coisa que a gente usa para fazer cafféling.

Por que a cobra agora quer ser escova?
Porque ela cansou de ser pente.

Qual é a cidade espanhola que tem um cômodo torto?
Salamanca.

Aonde o mamão foi nas férias?
Papaia.

Por que a loira toma leite no supermercado?
Porque na embalagem diz "abra aqui".

segunda-feira, 11 de novembro de 2013